EBD – Lição 04: Lucas 5 e 6: Milagres, Ensinos e Escolha dos Apóstolos | 4° Trimestre de 2023 | PECC

EBD Pecc (Programa de Educação Cristã Continuada) | 4° Trimestre De 2023 | TEMA: LUCAS – Evangelho do Filho do Homem | Escola Biblica Dominical | Lição 04: Lucas 5 e 6: Milagres, Ensinos e Escolha dos Apóstolos

SUPLEMENTO EXCLUSIVO DO PROFESSOR

Afora o suplemento do professor, todo o conteúdo de cada lição é igual para alunos e mestres, inclusive o número de páginas.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Em Lucas 5 e 6 há 39 e 49 versos, respectivamente. Sugerimos começar a aula lendo, com todos os presentes, Lucas 5.1-26 (5 a 7 min.). A revista funciona com o guia de estudo e leitura complementar, mas não substitui a leitura da Bíblia. Nesta lição, veremos que os atos de Jesus expõe quem Ele é. Ao dizer como Ele age, Lucas quer mostrar o caráter do Senhor. Seja a pesca milagrosa ou a cura das doenças, esses atos testemunham a natureza divina de Jesus. Contudo, a decisão de tomar contato com pessoas consideradas impuras revela uma nova ética a ser vivida por nós.

Professor(a), não deixe de mostrar aos irmãos o que Jesus nos ensina: se não podemos curar enfermos, isso não nos isenta de abraçá-los e amá-los. Se não podemos perdoar pecados, isso não nos manda odiar o pecador. Tais atos não são revolucionários, mas misericordiosos. O amor confronta o pecado, inclusive aos sábados, pois todos os dias foram feitos para o homem.

OBJETIVOS

Compreender que Lucas destaca a coerência entre os atos e a mensagem de Jesus.
Glorificar a Jesus pela disponibilidade de salvação para todos.
Reconhecer que, como discípulos, nos cabe anunciar o amor de Jesus.

PARA COMEÇAR A AULA

O tema da lição aponta para o amor de Jesus por pessoas marginalizadas da época. Atualmente, ainda são praticados atos que excluem as pessoas por causa de sua fé no Senhor Jesus. Peça a alguns irmãos que testemunhem sobre como Jesus os acolhe, mesmo que às vezes se sintam excluídos por serem cristãos evangélicos. Mesmo que muitos tentem associar a fé evangélica a uma atitude que incomoda os atuais padrões morais, conservamos nossa fidelidade ao que Jesus ensinou.

LEITURA ADICIONAL

A pesca maravilhosa (5:1-11). Lucas nos conta acerca de um incidente no ministério de Jesus, João relata um acontecimento bem diferente depois de Jesus ter ressuscitado. Uma observação semelhante deve ser feita acerca da história da chamada dos discípulos em Marcos 1:13-20. Há alguma possibilidade de que Marcos tenha contado o incidente sem o milagre (embora haja, mesmo então, diferenças não consideráveis). Mas é mais provável que Lucas se refira a um incidente diferente (1-3).

Jesus viu dois barcos cujos pescadores desembarcaram para lavar as redes. Depois de cada saída para a pesca, o equipamento precisava ser averiguado e limpo, como preparativo para a saída seguinte. Jesus, pois, entrou num dos barcos, que pertencia a Simão, e pediu que o afastasse um pouco da praia. Jesus, então, assentando-se, adotando a posição costumeira para ensinar, instruiu o povo de onde Ele estava no barco.

Jesus sugeriu a Pedro que fossem pescar. Respondendo, Pedro chama Jesus de Mestre (Epistata), palavra esta que é achada somente neste Evangelho no Novo Testamento. O termo não é específico como “Rabi” (que Lucas nunca usa), mas denota qualquer pessoa de autoridade. Pedro continua: havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos. Há, talvez, uma repreensão subentendida A noite era considerada o melhor período para a pesca, e Pedro talvez tenha sugerido que, quando os peritos, pescando na hora certa, nada apanharam, era inútil tentar mediante o pedido de um Carpinteiro.

Se for assim, a disposição de Pedro de agir conforme a sugestão de Jesus revela o reconhecimento que Sua palavra não deveria ser desconsiderada em qualquer assunto que fosse. Pedro talvez não concordasse, mas poderia obedecer. Livro: Lucas Introdução e Comentário ( MORRIS . Leon L . Vida Nova, São Paulo, SP 2007. Págs. 106,107).

Texto Áureo

“Ora, aconteceu que, num daqueles dias, estava ele ensinando, e achavam -se ali assentados fariseus e mestres da Lei, vindos de todas as aldeias da Galiléia, da Judéia de Jerusalém . E o poder do Senhor estava com ele para curar.” Lc 5.17

Leitura Bíblica Para Estudo

Lucas 5.1-26

Verdade Prática

Estudar a pessoa e a obra de Jesus deve nos levar à obediência e prática da Sua Palavra.

INTRODUÇÃO
I- MILAGRES E O MÉDICO LUCAS Lc 5.1-26
1- A pesca maravilhosa Lc 5.1-11
2- A cura de um leproso Lc 5.12-16
3- A cura de um paralítico em Cafarnaum Lc 5.17-21
II- A COSMOVISÃO DO FILHO DO HOMEM Lc 5.27; 6.11
1- Sobre os pecadores Lc 5.27-32
2- Sobre o jejum Lc 5.33-39
3- Sobre o sábado Lc 6.1-11
III- OS 12 APÓSTOLOS E AS BEM AVENTURANÇAS Lc 6.12-49
1- A escolha dos 12 apóstolos Lc 6.12-23
2- As bem-aventuranças Lc 6.24-38
3- Guia de cego, trave no olho e dois fundamentos Lc 6.39-49
APLICAÇÃO PESSOAL

Devocional Diário

Segunda – Lc 5.11
Terça – Lc 5.15
Quarta – Lc 5.17
Quinta – Lc 5.31
Sexta – Lc 6.19
Sábado – Lc 6.21
Hinos da Harpa: 07 – 232

INTRODUÇÃO

Os capítulos 4 e 5 mostram a expansão do ministério público de Jesus. Veremos milagres, ensinos e a escolha dos apóstolos.

I- MILAGRES E O MÉDICO LUCAS (Lc 5.1-26)

1- A pesca maravilhosa [Lc 5.1-11] Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes; e rompiam-se-lhes as redes. (5.6)

Lucas mostra que Jesus era tão popular a ponto de ser comum as multidões irem ouvi-lo. Lucas é o único dos quatro evangelistas que designa esta massa de água com o nome adequado de lago. Esse milagre apresenta três aspectos: primeiro, o domínio completo de Cristo sobre a criação animal; segundo, mostra o chamado de Pedro para ser discípulo de Cristo; terceiro, tem similaridades com o que Ele realizou no final do seu ministério, após a sua ressurreição, quando Pedro renovou seus votos como apóstolo. (Jo 21.11-14).

O acontecimento é significativo e até mesmo emocionante, tudo isso para mostrar quão maravilhoso é Jesus. O Cristo é revelado aqui tendo cinco atributos, de modo que cada um mostra os aspectos de sua grandeza, os quais são estes; sua sabedoria prática (Lc 5.1-3), seu penetrante conhecimento (Lc 5.4,5), sua profusa generosidade (Lc 5.6,7), sua inefável majestade (Lc 5.8-10) e seu profundo senso missionário (Lc 5.11).

2- A cura de um leproso (Lc 5.12-16) E ele, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E, no mesmo instante, lhe desapareceu a lepra. (5.13)

O leproso era considerado como alguém castigado por causa de alguma culpa especial. 0 texto evidencia que Cristo alcança também os que estão segregados na sociedade. Lucas, como médico, conhecia a gravidade da doença e não apresenta o homem como “um leproso”, mas sim como “um homem coberto de lepra”, o que nos fez inferir que a doença teria atingido um estágio muito avançado. Isso é relevante, pois as pessoas com essa doença, conforme Levítico 13.1-3, ficavam afastadas de todos e, se entrassem na idade, precisavam gritar que eram leprosas. Na narrativa de Lucas, porém, o leproso chega clamando por misericórdia, mas sem tocar no mestre; Jesus, por sua vez, mesmo podendo só falar, escolhe tocar no enfermo, quebrando o protocolo e mostrando que a graça alcança os excluídos.

3- A cura de um paralítico em Cafarnaum (Lc 5.17-21) Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Homem, estão perdoados os teus pecados. (5.20)

Nessa viva história, o Filho do Homem estava ensinando em uma casa, possivelmente na casa de Pedro. Lucas enfatiza a presença dos fariseus e mestres da Lei. Eles estavam ali com objetivos bem diferentes da multidão. Observavam Jesus com o olhar crítico de fiscais da Lei e tradições judaicas. Com a fama crescente do nazareno, precisavam saber se seus ensinos representavam ameaça à classe dominante de Israel.

Nesse contexto, quatro homens trazem um amigo paralítico para ser curado e, achando que era impossível aproximar-se de Jesus de outra forma, fazem-no descer através do telhado. A declaração inicial de Jesus sobre o perdão dos pecados do paralítico, deixou os adversários chocados. Eles consideravam mais importante a cura do que o perdão dos pecados, mal sabiam eles que Jesus pensava diferente e tinha poder tanto para uma coisa quanto para outra, todavia, queria ensinar que Sua prioridade era perdoar pecados. Jesus fez do Seu poder maior de curar a comprovação do Seu poder de perdoar.

Realizando o que seus críticos consideravam o mais difícil, mostrou que podia fazer o que eles achavam mais fácil”. Na verdade Jesus tem poder para fazer o que os homens consideram mais fácil e mais difícil, sem subverter a ordem e a prioridade das coisas. Era exatamente isso que fariseus e saduceus não queriam aceitar: que Jesus é o Filho de Deus e Nele reside todo poder.

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II- A COSMOVISÃO DO FILHO DO HOMEM (Lc 5.27 – 6.11 )

Lucas contrasta a visão e os costumes dos religiosos da época, impregnados por tradições legalistas, apresentando a perspectiva de Jesus, alinhada à essência da mensagem divina na Lei e nos Profetas.

1- Sobre os pecadores (Lc 527-32) Respondeu-lhes Jesus: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento. (5.31,32)

Lucas, nesse fragmento, tem como foco o chamado do publicano Levi, o qual aceita o convite de Cristo incondicionalmente, mostrando que houve mudança interior em seu coração e que estava pronto para seguir a Jesus. Tal fato, porém, enfurece os fariseus, os quais têm uma visão seletiva de quem pode ser salvo. Depois que Levi disse sim ao chamado de Jesus, ele realizou um grande banquete em sua casa para o qual foram convidados seus amigos publicanos.

Para os fariseus, contudo, isso era escandaloso, pois se reunir para ter comunhão à mesa com coletores de impostos e pecadores era considerado uma contaminação cultural. Para os escribas e fariseus, Levi e seus amigos eram pecadores condenados, mas, para Jesus, eram “pacientes” espiritualmente enfermos que precisavam da ajuda de um médico, fato que ele ilustrou ao purificar o leproso e curar o paralítico. Esta era a missão de Jesus e nesse versículo Ele reafirma isto.

2- Sobre o jejum (Lc 5.33-39) Jesus, porém , lhes disse: Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo? (5.34)

Quando Jesus foi questionado sobre o fato de seus discípulos não jejuarem, Ele aproveitou para ensinar a visão correta sobre esse tema, haja vista que a prática do jejum era algo do qual os fariseus se orgulhavam. Para ilustrar Seu ensino, Ele conta pelo menos três pequenas parábolas, (do noivo, do remendo e do odre) justamente com o intuito de mostrar o porquê de seus discípulos ainda não jejuarem. É nesse sentido que Jesus, contrariando seus interrogadores, denomina-se de noivo, chamando o tempo de Sua presença entre os seus de tempo de alegria nupcial e não de jejum enquanto o noivo estava com eles.

Ao falar sobre o remendo novo (v. 36) e o vinho novo em odres velhos (v. 38-39), temos uma afirmação que só aparece dessa forma em Lucas. Reforça a mesma ideia de que as pessoas devem ter equilíbrio entre as boas coisas novas e as boas coisas antigas. Sem extremismos ou radicalismos desnecessários. Eles preferiam se apegar ao seu status social e às suas tradições do que aceitar os novos ensinos de Jesus.

3- Sobre o sábado (Lc 6.1-11) E acrescentou-lhes: O Filho do Homem é senhor do sábado (6.5).

Jesus demonstra que tem autoridade sobre o sábado, sobretudo quando analisamos este episódio em que os discípulos estavam apanhando grãos no campo e comendo-os, em dia de sábado (6.1,2), Jesus se defendeu contra a acusação de descumprir a lei executando trabalho no sábado (6.3-5), mas a polêmica reaparece no segundo episódio, quando Jesus cura o homem da mão ressequida (paralítica), sendo acusado de quebrar a lei do sábado (6.6-11).

A cura do homem com a mão ressequida também é narrada pelos outros evangelistas; Lucas, porém, tem uma informação adicional sobre esse milagre, isto é, evidencia que os inimigos de Jesus ficaram cheios de furor devido à cura que o Senhor realizou no sábado. Isso evidencia de maneira vivida como os fariseus se importavam mais com os suas tradições do que com as pessoas que sofriam à sua volta.

Com suas ações, Jesus deixa claro que a lei não pode ser um fim em si mesma Se deixar de considerar o amor ao próximo, qualquer preceito da Lei torna-se letra fria, vazio de propósito e de significado.

III- OS 12 APÓSTOLOS E AS BEM-AVENTURANÇAS (Lc 6.12-49)

1- A escolha dos 12 apóstolos (Lc 6.12-23) E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolos. (6.13)

Agora, com a oposição intensificada, Jesus se retira e passa a noite toda em oração. E, ao descer do monte, Jesus escolhe doze de seus discípulos para se tomarem apóstolos. O Filho do Homem ensinou-lhes pacientemente, com palavras e principalmente com o Seu exemplo, os princípios e valores do Reino. Seria questão de tempo para que Cristo morresse, ressuscitasse e fosse elevado aos céus. Logo, os apóstolos teriam a missão de expandir o Reino de Deus e precisariam de toda a instrução necessária e aprendizado pelo exemplo e convivência com Jesus.

2- As bem-aventuranças (Lc 6.24-38) Ai de vós, quando todos vos louvarem! Porque assim procederam seus pais com os falsos profetas. (6.26)

Em contraposição às quatro bem-aventuranças, seguem quatro ‘Ais” – narrativa exclusiva de Lucas e que fazem parte da caracterização completa do contraste. Servem de alerta aos atuais e futuros discípulos. Seu propósito é provocar mudanças, não condenar uma classe social. Segue o contraste entre as bem- -aventuranças e os Ais em Lucas 6.20-26: “Então, olhando ele para os seus discípulos, disse-lhes: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino d e Deus” (v. 20); Mas ai de vós, os ricos! Porque tendes a vossa consolação (v. 24). “Bem-aventurados vós, os que agora tendes fome, porque sereis fartos Bem-aventurados vós, os que agora chorais, porque haveis de rir” (v. 21); mas “Ai de vós os que estais agora fartos! Porque vireis a ter fome. Ai de vós os que agora rides!

Porque haveis de lamentar e chorar” (v. 25). “Bem-aventurados sois quando os homens vos odiarem e quando vos expulsarem da sua companhia, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do Homem. Regozijai-vos naquele dia e exultai, porque grande é o vosso galardão no céu; pois dessa forma procederam os seus pais com os profetas “(v. 22-23); mas ‘Ai de vós, quando todos vos louvarem! Porque assim procederam seus pais com os falsos profetas.”

3- Guia de cego, trave no olho e dois fundamentos (Lc 6.39-49) O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém , que for bem-instruído será como o seu mestre (6.40).

Essas parábolas reforçam o ensino que vem sendo ministrado. A parábola do cego que não pode guiar outro cego remete aos falsos mestres da comunidade judaica guiando pessoas até o momento em que seus olhos são abertos pelo ensinamento de Jesus. A parábola do cisco esclarece como é tolo é impossível que alguém, que tenha deficiências de caráter na vida e fé, tente corrigir alguém que sofre de um mal menor.

O empenho de criticar e corrigir outros irmãos sem amor, por causa de pequenos erros, é completamente equivocado quando os próprios erros e falhas são ignorados. Antes de concluir o capítulo com os dois fundamentos, Jesus passa por outros dois exemplos preciosos, quais sejam: o da árvore e seus frutos e o da boca e o coração (6.43- 45), ilustra, assim, a verdade de que nossas ações, revelam nossa natureza e de que as nossas palavras são a radiografia do nosso coração.

Conclui com os dois fundamentos (6.46- 49), no qual ensina que o homem sábio edifica a sua casa – isto é, sua vida – sobre Cristo, a Rocha sólida; já o homem insensato construiu sua casa sobre a areia As duas casas, aos olhos desatentos, eram iguais. A diferença não estava naquilo que era visto, mas no alicerce. Ouvir Jesus ou mesmo chamá-lo de Senhor, embora seja importante, não é suficiente. É necessário praticar a Sua Palavra, evidenciando uma coerência entre a fé e a vida de obediência a Deus.

APLICAÇÃO PESSOAL

Jesus é o Mestre e Senhor em sentido único e perfeito. Mais do que aprender sobre Ele , o grande desafio é tornar-se semelhante a Ele.

RESPONDA

Marque “V ” para a opção verdadeira e “F ” para opção falsa:
(V) Podemos afirmar que Cristo teve um ministério extremamente popular.
(F) Lucas contrasta a visão e as tradições legalistas dos religiosos da época, apresentando a perspectiva de Paulo, alinhada à essência d a mensagem divina na Lei e nos Profetas.
(F) Podemos afirmar que o Filho do Homem ensinou somente com palavras o s princípios e valores do Reino.

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