EBD – Lição 05: MARCOS 6 – O Servo enfrenta a Incredulidade | 4° Trimestre de 2022 | Revista PECC

EBD Pecc (Programa de Educação Cristã Continuada) | 4° Trimestre De 2022 | Tema: MARCOS – O Evangelho do Servo Jesus | Escola Biblica Dominical | Lição 05: MARCOS 6 – O Servo enfrenta a Incredulidade

SUPLEMENTO EXCLUSIVO DO PROFESSOR

Afora o suplemento do professor, todo o conteúdo de cada lição é igual para alunos e mestres, inclusive o número da página.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Em Marcos 6 há 56 versos. Sugerimos começar a aula lendo, com todos os presentes, Marcos 6.1-16 (5 a 7 min.). A revista funciona como guia de estudo e leitura complementar, mas não substitui a leitura da Bíblia. Olá, professor(a)! O evangelho de Marcos vem nos mostrando como a autoridade e o poder de Jesus foram questionados por muitos. Ainda hoje, várias pessoas se referem a Ele como apenas um profeta, um místico; no máximo, um líder político. Irmãos, Jesus nos serviu com tanta humildade que ainda hoje muitos tentam rebaixá-lo. Por ser soberbo, Herodes não reconheceu o ministério do Cristo; mas um povo literalmente faminto corria para ouvir as palavras do nazareno. O Servo foi tão humilde que até os apóstolos demoraram a entender o Seu poder, mesmo assim Ele cura e liberta quantos o aceitam como Salvador.

OBJETIVOS

Defender a fé única e verdadeira em Jesus.
Imitar o caráter humilde do Cristo.
Servir a quantos queiram conhecer Jesus

PARA COMEÇAR A AULA

Professor(a), leve seus alunos a perceberem que o evangelho de Marcos nos faz reavaliar nossos valores e critérios éticos. Jesus ordenou que servíssemos uns aos outros; que não buscássemos os primeiros assentos a fim de sermos elogiados, mas que vivêssemos de tal modo que pelo amor fôssemos reconhecidos. Com grande poder sobre males físicos e espirituais, Jesus não buscou honras, mas procurou no meio do povo quem pudesse crer. Estamos seguindo os passos do nosso Mestre?

LEITURA ADICIONAL

“Marcos diz abertamente que Jesus ‘não pôde fazer ali nenhum milagre’. (…) A ênfase da conclusão recai sobre a não disposição do povo dessa cidade em crer. Somos confrontados mais uma vez com o mistério do Reino de Deus: alguns daqueles que tiveram todas as oportunidades de crer não o fizeram e outros que, como o geraseno endemoninhado, não se esperava que acreditariam, passam a crer. (…) Deus se surpreende com a dureza de coração da humanidade e sua relutância de crer nele, e não com a pecaminosidade e propensão para o mal. Essa dureza do coração é o maior problema do mundo e nisso repousa o julgamento divino sobre a humanidade.

A humanidade quer um sinal espetacular de Deus ou, como o demônio, uma grande demonstração do poder divino (Mt 4.1-11; Lc 4.1- 13). Contudo, ela não quer que Deus se torne um ser humano como um de nós (Jo 1.11). O povo de Nazaré vê só um carpinteiro, só um filho de Maria, só outro dos filhos do vilarejo que cresceu e voltou para uma visita. Se ao menos Deus fosse menos comum e mais único, então eles creriam. A imagem de servo do Filho é muito prosaica para amealhar a credulidade. Deus se identificou muitíssimo com o mundo para que o mundo o visse, muitíssimo com a cidade de Nazaré para que esta reconhecesse em Jesus o Filho de Deus.

A humanidade quer algo distinto daquilo que Deus dá. O maior obstáculo à fé não é a falha de Deus em agir, mas a relutância do coração humano para aceitar o Deus que digna a se apresentar a nós em apenas um carpinteiro, o filho de Maria”. Livro: O comentário de Marcos (EDWARDS, James R. Tradução de Helena Aranha. São Paulo: Shedd Publicações, 2018, pp. 227-228).

Texto Áureo

“Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E não vivem aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se nele.” Mc 6.3

Leitura Bíblica Para Estudo

Marcos 6.1-16

Verdade Prática

O Servo Jesus triunfa até sobre a incredulidade dos Seus discípulos.

INTRODUÇÃO
I- A INCREDULIDADE DOS NAZARENOS Mc 6.1-13
1-
Local de incredulidade Mc 6.3
2– Efeitos da incredulidade Mc 6.5
3– Reações à incredulidade Mc 6.6
II- A INCREDULIDADE DE HERODES Mc 6.14-29
1
– Homem devasso Mc 6.18
2– Homem perturbado Mc 6.16
3– Técnica de “sanduíche” Mc 6.22
III- A INCREDULIDADE DOS DISCÍPULOS Mc 6.30-56
1
– Ao alimentar cinco mil homens Mc 6.37
2– Ao andar sobre as águas Mc 6.50
3– O exemplo de fora Mc 6.56
APLICAÇÃO PESSOAL

DEVOCIONAL DIÁRIO

Segunda – Marcos 6.2
Terça – Marcos 6.12
Quarta – Marcos 6.20
Quinta – Marcos 6.31
Sexta – Marcos 6.41
Sábado – Marcos 6.51
Hinos da Harpa: 11 – 467

INTRODUÇÃO

O capítulo 6 de Marcos, objeto desta lição, destaca a tragédia da incredulidade dos nazarenos, de Herodes e dos próprios discípulos. Esse contraste serve para realçar a importância de se desenvolver fé sincera no Servo de Deus.

I- A INCREDULIDADE DOS NAZARENOS (Mc 6.1-13)

1- Local de incredulidade (Mc 6.3) Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E não vivem aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se nele.

À época, Nazaré, lugar onde Jesus fora criado, nada mais era que um acanhado vilarejo repleto de casas de barro espalhadas por cerca de 30 mil metros quadrados de uma encosta pedregosa, com uma população de, no máximo, quinhentas pessoas. Era uma pequena aldeia, sem importância, inclusive objeto de preconceito por parte do povo da região (Jo 1.46). No trecho bíblico em estudo, Jesus volta a Nazaré (“sua terra” – v. 1). Esperava-se que fosse bem recepcionado pelos que o conheciam desde a infância. Porém, infelizmente, para os nazarenos, Jesus não passava de um homem comum, membro de uma família comum, praticante de uma profissão comum (v. 3).

A menção de que era simples “filho de Maria” (v. 3) revela algo mais: na tradição judaica, um homem sempre era descrito pelo nome de seu pai, ainda que falecido, exceto por insulto/ofensa (Jz 11.1-2; Jo 8.41). Mas havia algo pior: como um homem comum poderia ter tamanho poder e sabedoria (v. 2)? Só haveria duas opções: Deus ou Satanás. Ou seja, ao serem movidos pela incredulidade (v. 6) e ao recusarem-se a reconhecer o Pai na pessoa de Jesus, restava a triste insinuação de que a fonte de seu poder era maligna – tese já defendida por alguns (Mc 3.22).

2- Efeitos da incredulidade (Mc 6.5) Não pôde fazer ali nenhum milagre, senão curar uns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.

Em Nazaré, ao contrário do que vinha ocorrendo em outros locais (Mc 3.10, por exemplo), Jesus não pôde fazer ali nenhum milagre, senão curar uns poucos enfermos (v. 5). Recorde-se que não era a primeira vez que a comunidade onde Jesus crescera negava seu ministério (Lc 4.16-30). Tratava-se, portanto, de um povo persistentemente incrédulo. E, sem dúvida, esse ambiente de total descrença operou limitações ao Servo. Todavia, não se trata de Jesus não ter desejado ou podido realizar milagres em Nazaré.

É que os habitantes daquele local endureceram seus corações e alimentaram um obstinado preconceito contra o Senhor. Eles simplesmente não o desejavam. Assim, houve limitação, não do Seu poder, mas de Sua missão. Não faltou poder a Jesus, mas, sim, fé aos nazarenos. Afinal, Jesus não agia para impressionar, mas para transformar a vida de pessoas que, movidas pela fé, reconheciam sua inteira dependência dele (Mc 2.17; Hb 11.6). Quem curava apenas para impressionar eram os mágicos pagãos da Antiguidade. Cuidado: incredulidade limita o agir de Deus (2 Rs 13.14-19; Hb 3.12-13).

3- Reações à incredulidade (Mc 6.6) Admirou-se da incredulidade deles. Contudo, percorria as aldeias circunvizinhas, a ensinar.

Expressando sua humanidade, mesmo Jesus admirou-se da incredulidade dos nazarenos. Até onde se sabe, ele nunca mais retornou a Nazaré. Em certo sentido, espiritualmente, o ceticismo dos nazarenos era um símbolo da cegueira do próprio povo judeu (Jo 1.11). Mas quando uma porta se fecha, o Senhor abre outras. A incredulidade dos nazarenos em nada afetou o prosseguimento do ministério terreno de Jesus. Lutas e decepções não podem parar o povo de Deus. Após um ligeiro momento de espanto, eis a firme e imediata reação do Servo: ampliar seu poder de alcance através do comissionamento dos apóstolos, enviados a pregar o Evangelho, expelir demônios e curar enfermos, em seu nome (v. 7, 12-13). A urgência dessa missão demandava deslocamento rápido e confiança plena: pouquíssimos itens poderiam ser levados, o que não incluía pão e dinheiro (v. 8-9). Os emissários deveriam em tudo depender da provisão divina. O justo viverá pela fé (Hb 10.38).

II- A INCREDULIDADE DE HERODES (Mc 6.14-29)

1- Homem devasso (Mc 6.18) Pois João lhe dizia: Não te é lícito possuir a mulher de teu irmão.

Notícias sobre os embaixadores de Jesus chegaram até Herodes Antipas, filho de Herodes, o Grande (Mt 2.1). Pelo costume local, era chamado de “rei” (v. 14), embora seu título verdadeiro fosse “tetrarca” (Lc 3.19). Governou as regiões da Galiléia e da Pereia de 4 a.C. a 39 d.C. Herodes Antipas era devasso: deixou a esposa para se casar com Herodias, sua sobrinha e mulher de seu meio-irmão Herodes Filipe, estando este ainda vivo. Sua atitude adúltera e incestuosa foi denunciada por João Batista, que acabou preso por tamanha ousadia (v. 17-18). Em verdade, Herodes parece ter percebido que o ministério de Cristo era maior que o de João Batista (Lc 9.7-9). Todavia, o temor de sofrer oposição do povo o impediu de aproximar-se do Servo. A personalidade maliciosa e impetuosa de Herodes Antipas foi duramente criticada por Jesus (Mc 8.15; Lc 13.31-33).

2- Homem perturbado (Mc 6.16) Herodes, porém, ouvindo isto, disse: É João, a quem eu mandei decapitar, que ressurgiu.

Herodias era muito segura quanto ao que nutria por João Batista: ódio mortal, literalmente (v. 19). Já Herodes Antipas alimentava sentimentos conflitantes: ao tempo em que o temia, reconhecendo-o como homem “justo e santo” (v. 20a), cogitava matá-lo (Mt 14.4); maravilhavam-se com suas palavras (v. 20b), mas não hesitou em lançá-lo ao cárcere quando confrontado com seus pecados (v. 17-18). Igualmente, quando a filha de Herodias, instruída pela mãe, pediu a cabeça de João Batista e encurralou a Herodes Antipas, cobrando publicamente que cumprisse com sua insensata promessa (v. 21-25), este “entristeceu-se profundamente”, todavia cumpriu com sua palavra e matou o profeta (v. 26-28). Ao ouvir sobre a fama de Jesus, sua mente logo veio perturbá-lo: “É João, a quem eu mandei decapitar, que ressurgiu” (v. 16). A verdade é que, mesmo morto, a mensagem de João Batista continuava a martelar no coração de Herodes. Todavia, via-se florescer de tudo, menos arrependimento e fé (Mc 1.15).

3- Técnica de “sanduíche” (Mc 6.22) Entrou a filha de Herodias e, dançando, agradou a Herodes e aos seus convivas. Então, disse o rei à jovem: Pede-me o que quiseres, e eu te darei.

Na teologia bíblica, tem-se por técnica de “sanduíche” a modalidade redacional muito usada no evangelho de Marcos em que determinada história é abruptamente interrompida por uma segunda, com posterior retomada daquela primeira. Essa técnica segue a fórmula A-B-A, em que a narrativa B serve de chave teológica para compreensão adequada das metades que a ladeiam. Recorde-se que a cura da filha de Jairo foi repentinamente suspensa para dar espaço à cura da mulher do fluxo de sangue, demandando de Jairo o exercício de uma fé diferenciada (Mc 5.22-43). São pelo menos nove ocorrências dessa técnica ao longo do evangelho de Marcos (mais algumas: 3.20-35; 11.12-21; 14.1-11). Na seção bíblica em estudo, o tema principal da missão dos apóstolos (v. 7-13) é pausado para ceder ao relato de João Batista e Herodes (v. 14-29), sendo depois retomado (v. 30-44).

III- A INCREDULIDADE DOS DISCÍPULOS (Mc 6.30-56)

1- Ao alimentar cinco mil homens (Mc 6.37) Porém ele lhes respondeu: Dai-lhes vós mesmos de comer. Disseram-lhe: Iremos comprar duzentos denários de pão para lhes dar de comer?

Na ocasião, os doze retornam com êxito de sua missão evangelística (v. 7-13), porém exaustos, pelo que Jesus os convida para, de barco, irem a um lugar isolado a fim de descansarem (v. 30-32). Mas a oportuna pausa para recuperar forças físicas e mentais não vinga: uma multidão, a pé, chega antes ao local, demandando atenção e cuidado (v. 33). Neste ponto, há uma forte diferença entre as reações de Jesus e de seus discípulos: ao invés de os encararem como invasivos ou impertinentes, Jesus os viu como “ovelhas que não têm pastor”, passando a “ensinar-lhes muitas coisas” (v. 34). Todavia, ao final da tarde, seus discípulos demonstram impaciência: recomendam que a multidão seja liberada, mesmo cansada e faminta (v. 35-36). “Dai-lhes vós mesmos de comer” – desafiou-os, porém, Jesus (v. 37). Diante da postura incrédula de seus seguidores mais próximos, Jesus opera mais um milagre e todos participam de um farto banquete (v. 38-44). Mesmo o círculo mais íntimo do Servo não estava imune à incredulidade e impaciência, posturas opostas ao verdadeiro amor (1Co 13.4-8).

2- Ao andar sobre as águas (Mc 6.50) Pois todos ficaram aterrados à vista dele. Mas logo lhes falou e disse: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais!

Os discípulos serão submetidos a outro teste de fé: agora, sem a companhia de Jesus. Desta feita, o Mestre sobe a um monte para orar e os discípulos, por orientação do próprio Jesus, seguem de barco rumo a Betsaida (v. 45-47). Todavia, o tempo passou bastante (já era a “quarta vigília da noite”: das três às seis da manhã) e os discípulos não conseguiram desenvolver a viagem, pois o vento lhes era forte e contrário (v. 48).

Percebendo o fracasso dos discípulos em vencer mais esse desafio espiritual, Jesus anda por sobre as águas e se aproxima do barco para resolver a situação, mas, ao vê-lo, os discípulos gritam de assustados, imaginando se tratar de um fantasma (v. 49). “Sou eu. Não temais” – disse Jesus. E logo subiu ao barco e o vento cessou, deixando-os atônitos (v. 50-51). Cegueira e incredulidade: marcas dos corações não apenas dos opositores de Cristo (Mc 3.5; 10.5), mas também, incrivelmente, de seus próprios embaixadores (v. 52; Mc 8.16-18).

3- O exemplo de fora (Mc 6.56) Onde quer que ele entrasse nas aldeias, cidades ou campos, punham os enfermos nas praças, rogando-lhe que os deixasse tocar ao menos na orla da sua veste; e quantos a tocavam saíam curados.

Quando Jesus e seus discípulos desembarcam nas planícies férteis de Genesaré, o povo se mobiliza para trazer seus enfermos às praças, os quais desejam apenas um toque na orla da veste do Servo de Deus. A fé desse povo era tão viva e intensa – talvez inspirada na experiência da mulher do fluxo de sangue (Mc 5.28) – que, verdadeiramente, todos que a tocavam saíam curados (v. 56). Marcos utiliza mais um valioso contraste: à surpreendente incredulidade do círculo mais íntimo de Jesus segue-se a abundante fé daqueles mais afastados. O contato com a fé pura e exemplar de pessoas simples e anônimas era uma preciosa fonte de aprendizado para os discípulos – que, como vimos, ainda estavam em processo de cura de seus próprios corações (v. 52).

APLICAÇÃO PESSOAL

Examinemos, corriqueiramente, os nossos corações. Em nossos testes de fé, devemos tirar os olhos das circunstâncias e sempre confiar em nosso Salvador.

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RESPONDA

1) Em Nazaré, por que Jesus curou poucos enfermos e não fez milagres? R. Por causa da incredulidade do povo
2) Herodes Antipas era chamado de “rei” (Mc 6.14). Porém, como autoridade romana, segundo a lição, qual era o seu verdadeiro título? R. Tetrarca (Lc 3.19).
3) Segundo a lição, a “quarta vigília da noite” (Mc 6.48) equivaleria a que horário? R. Das três às seis da manhã

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